Oie, pessoal!
Andamos meio fraco em opções de séries de terror, então hoje vou trazer só duas indicações de séries, ambas da Netflix, sendo uma delas nacional.
O #TOCANDOTERROR é um especial de terror para o mês do Halloween organizado por mim e pela Nana do Canto Cultzíneo. Acompanhe as postagens no Canto também!
Bom dia, Verônica: Vêronica Torres trabalha como escrivã na delegacia de homicídios de São Paulo. Enquanto trata da resolução de um suicídio e captura do homem responsável pelo tormento psicológico, ela recebe uma ligação anônima, e é assim que ela conhece Janete. Janete é casada com o tenente coronel da policia militar, Brandão. Seu casamento de início aparentava ser feliz, até que Brandão começa a apresentar sinais de uma mente psicopata, após várias tentativas fracassadas de Janete engravidar. Apesar de não machucá-la fisicamente, ele gera um relacionamento tóxico e abusivo, fazendo-a acreditar que a culpa é dela, enquanto assiste Brandão torturando diversas garotas. E quem, afinal, acreditaria nela, se tentasse contar a verdade? Não sou chegada em produções nacionais, mas essa é simplesmente espetacular. Adaptado do livro de Raphael Montes (adoro!!) e Andrea Killmore, a série é pesada e necessária por tratar de assuntos importantíssimos e nos mostrar a corrupção da polícia. A cada episódio, a ansiedade pra saber se a Janete vai conseguir escapar aumenta, tanto que eu e meu namorado ficamos viciados na série e maratonamos num dia só. É uma série bem assustadora, e por isso resolvi trazer nesse mês de terror, porque apesar de curtir histórias do gênero, envolvendo sobrenatural, a verdade é que não existe terror maior do que o ser humano é capaz de fazer.
A série possui oito episódios e está disponível na Netflix.
Trailer:
A Maldição da Mansão Bly: Após eventos traumatizantes, Dani Clayton aceita um trabalho longe de sua cidade natal, afim de se afastar do seu passado. Agora ela é tutora de duas crianças órfãs, Flora e Miles. Ambos são muito inteligentes e até mesmo bem maduros pras suas idades. Na mansão também fica a governanta, a jardineira e o cozinheiro. E é nesse cenário que Dani vai descobrindo a história por trás das crianças, e também da própria mansão, que possui forças sobrenaturais.
A Maldição da Mansão Bly: Após eventos traumatizantes, Dani Clayton aceita um trabalho longe de sua cidade natal, afim de se afastar do seu passado. Agora ela é tutora de duas crianças órfãs, Flora e Miles. Ambos são muito inteligentes e até mesmo bem maduros pras suas idades. Na mansão também fica a governanta, a jardineira e o cozinheiro. E é nesse cenário que Dani vai descobrindo a história por trás das crianças, e também da própria mansão, que possui forças sobrenaturais. Minhas expectativas com essa série estavam bem altas, uma vez que adorei A Maldição da Residência Hill, então por isso a decepção foi grande. A história não é ruim, mas é muito longa, cansativa, e não tem absolutamente nada de terror. Algumas cenas chegam a forçar isso, mas sequer provoca medo, o que já foi diferente na residência Hill. Os episódios são compridos, 50 minutos cada, e é discorrida em míseros detalhes quanto à vida de cada um, de forma que perde o foco e até mesmo a atenção. Várias vezes me vi distraída ou querendo que economizassem no “blabla” pra chegar logo ao ponto principal. As atuações são ótimas, adorei principalmente a Flora, muito convincente, bem articulada e carismática. A série nos deixa bem curiosos com a sua resolução, compreender o que aconteceu naquela mansão, mas eu simplesmente esperava mais. Além de que é uma história mais voltada ao romance e ao drama, o que por si só já acaba com o ânimo de quem veio ávido por encontrar terror. Então pra vocês que não são muito fãs de terror pesado, eu recomendaria, mas pra mim, foi uma bela decepção.
Trailer:
Sobre mim: Carolina Rodrigues, 25 anos, biomédica e autora do livro O Poder da Vingança. O que a faz realmente feliz é poder passar um dia inteiro lendo, vendo séries, escrevendo histórias, ouvindo música e estando junto do seu taurino favorito.
Sobre mim: Carolina Rodrigues, 25 anos, biomédica e autora do livro O Poder da Vingança. O que a faz realmente feliz é poder passar um dia inteiro lendo, vendo séries, escrevendo histórias, ouvindo música e estando junto do seu taurino favorito.




Manifest: Ben estava com sua irmã, Michaela, e seu filho, Cal, no voo 828, enquanto sua esposa, filha e pais foram em outro avião, após passarem as férias juntos. No meio do voo, uma grande turbulência provocada por uma tempestade repentina deixa todos os passageiros assustados. Apesar do evento, o restante da viagem segue naturalmente, mas ao aterrizar, os passageiros recebem a notícia de que se passara 5 anos. O voo 828 estava considerado desaparecido e haviam muitas teorias acerca do sumiço, desde sequestro do avião até o veículo ter despencado e os passageiros morrido. Para os passageiros, não se passara nem mesmo um dia, mas suas famílias tiveram que superar o luto e seguir em frente. Por isso, quando retornam, tudo está diferente. A tecnologia, muitos perderam definitivamente o emprego, e o relacionamento familiar já não é mais o mesmo. O noivo de Michaela se casara com sua melhor amiga, e a esposa de Ben se envolvera com outra pessoa após longos anos de sofrimento pela perda do marido e do filho. Além de precisarem se adaptar à realidade de que se passaram 5 anos, muitos dos passageiros estão tendo visões e escutando vozes que, posteriormente, recebem o nome de Chamados. Quanto mais se recusam a seguir os chamados, mais fortes eles ficam. O que seria aquilo? E porque só os passageiros daquele voo foram afetados? Várias teorias são formadas, assim como o piloto é acusado, e os passageiros são considerados um milagre por alguns e malignos pelos crédulos. Manifest é simplesmente sensacional! Os primeiros episódios me deixaram um pouco balançada na decisão de prosseguir ou não, mas a série entra num ritmo constante e o mistério nos deixa presos e ansiando por respostas. Os personagens, principalmente os protagonistas, Ben e Michaela, são extremamente fortes e admiráveis, não medem esforços para proteger a família e se conectar à história dos demais passageiros. Josh Dallas abraça muito bem seu personagem, se distanciando por completo de seu papel em Once upon a time. Não preciso pensar duas vezes antes de recomendar a série! Atualmente está na primeira temporada.



Arrow: Comecei a assistir essa série sem fazer ideia do que realmente tratava. A premissa dizia que Oliver Queen era um milionário que foi dado como morto após um naufrágio onde estava também seu pai e Sara, a irmã da namorada de Oliver. Cinco anos depois, ele é encontrado vivendo numa ilha, e é a partir daí que a história começa de verdade. Oliver retorna e se depara com uma vida totalmente diferente de quando foi embora. Sua mãe está casada com outro homem, sua irmã envolvida com drogas, e até mesmo Laurel, sua suposta namorada, está com Tommy, seu melhor amigo. Confusão, ein? Mas nenhuma confusão se compara ao que ele passou na ilha. Durante seu retorno e adaptação, vamos acompanhando flashbacks que mostram o que afinal aconteceu com Oliver naquela ilha, como ele conseguiu sobreviver por tanto tempo num lugar perigoso, cheio de pessoas querendo torturá-lo. E com isso, também, ele aprendeu a ser mais forte, a lutar pela justiça. E quando finalmente volta à cidade, ele resolve colocar seu capuz verde, se juntar ao seu guarda-costas John Diggle e uma programadora muito boa em hackear que trabalha na empresa de seu pai, Felicity Smoak, pra combater o mal e proteger a cidade. Mas será que as pessoas vão aceitar os métodos que o Arqueiro utiliza? Será que a própria polícia vai vê-lo com bons olhos? Só posso dizer que a série é completamente viciante. Os primeiros episódios eu ainda travei um pouco, mas depois que pegou fogo, meu deus! Não conseguia largar mais. Não sou ligada em super heróis ou coisa do tipo, então foi uma surpresa me encontrar tão fissurada na série. Por isso mesmo acho que é super indicada pra qualquer pessoa; mesmo se não for seu gênero predileto, pode apostar que vai se apaixonar rapidinho. Atualmente está na terceira temporada.