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Caverna Literária

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E hoje a Caverna faz aniversário!! Nossa criança em desenvolvimento está comemorando 9 aninhos, e para um blog, sabemos muito bem que já tá idoso, isso sim!!

Trazendo um pouco de nostalgia, o blog inicialmente se chamava Hangover at 16. Sei que muitos aqui acompanharam essa fase. Na época, eu e os demais participantes éramos bem jovens, parceiros, e o que começou como um hobby, se tornou nossa paixão. Criávamos parcerias com autores nacionais, tentávamos contato e entrevistas com autores renomados internacionais, e quando o retorno era positivo, vibrávamos de felicidade. 

Somos da época das fanfics, vivemos todo o auge dos vampiros, lobisomens, anjos e fadas, todo o mundo sobrenatural e distópico que por muito tempo reinou no mundo literário. Conferimos a maioria dos livros gerados desse princípio, assistimos as adaptações, discutimos sobre elas, vimos os romances de época tomando conta, e isso.. poder fazer parte de tudo o que "virou febre", ter boas lembranças, e também ter tido ótimas leituras, que hoje em dia já não fazem mais tanto sucesso, mas que nos marcaram, é o que me faz continuar com o blog.

Honestamente, as coisas já não são as mesmas. Antes tínhamos uma lista grande de blogueiros parceiros, hoje poucos restaram, alguns novos, outros tão antigos como o nosso. A moda agora é Instagram Literário, vejo as editoras pegando cada vez menos blogs literários para fazer parceria, e fico pensando em qual critério usam, se apenas o número de seguidores e curtidas, se a foto bonita pela câmera boa, ou se pela real qualidade da resenha. Me sinto até velha, porque embora a Caverna tenha um instagram, não o usamos com tanta frequência quanto o blog, e nem para o mesmo intuito. As coisas mudam com o tempo, e é compreensível termos que nos adaptar, mas nesses momentos me sinto como as bandas de rock que terminaram e voltaram pop só pra tentar se encaixar à nova geração, e que claramente não funcionou. 

Nem mesmo nós somos as mesmas. A quantidade de integrantes do blog reduziu consideravelmente ao longo dos anos, e mesmo as cobranças da vida nos afastam do blog e principalmente das leituras. Sinto muita falta de poder sentar e ficar um dia inteiro imersa nos livros, mas sei que se agora já não ando tendo tempo, futuramente vou ter menos ainda. 

Não quero acabar com o blog, e também nem pretendo fazer isso. Mas as postagens vão se tornar cada vez mais espaçadas, até porque preciso de criatividade pra inventar o que postar, já que mal consigo ler pra poder escrever uma resenha. Quase 10 anos de blog não é pra qualquer um, sabemos bem que blog significa muita dedicação, ainda mais que não somos pagos por todo o conteúdo que criamos. Alguns até conseguem, sim, mas nunca foi o caso da Caverna, fazemos por amor e apenas com a intenção de compartilhar nossas experiências literárias e também conhecer a dos demais. 

Desabafos a parte, a Caverna Literária hoje completa nove anos no ar, e é um orgulho imenso!! Que venham os dez anos, e muitos outros pela frente.

Cadê as coxinhas, o bolo e o refrigerante, dragões??

Créditos do GIF: Dribble

Sobre mim: Carolina Rodrigues, 24 anos, biomédica e autora do livro O Poder da Vingança. O que a faz realmente feliz é poder passar um dia inteiro lendo, vendo séries, escrevendo histórias ou ouvindo música.
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Hellou, bruxinhas e bruxinhos! Como estão?

Com a correria, o #TOCANDOTERROR esse ano foi mais fraquinho, mas temos uma última postagem em especial ao Halloween, dessa vez do projeto do Uma Amiga Indicou. Nossa primeira ideia foi assistir e resenhar juntas o filme Campo do Medo, mas como o desgostar do filme foi unânime, resolvemos montar um TOP 3 de coisas do Halloween que mais curtimos/recomendamos.

O projeto Uma amiga indicou é formado por mim, pela minha xará Carol (A Colecionadora de Histórias), a Ale (Estante da Ale) a Priih (Infinitas Vidas), a Pâm (Interrupted Dreamer) e a Laís (Tear de Informações). Todo mês escolhemos um tema, seja filme, série ou livro para indicarmos e conferirmos em conjunto.


Filme: Rastros do Além

Fugindo um pouco dos filmes mais famosos e comuns de se ver passando na televisão durante o Halloween, cheguei a fazer resenha de Rastros do Além no ano passado pro especial anterior, e ainda super recomendo, além de ser adaptação do livro Cidade dos Fantasmas.



Livro: Formaturas Infernais

Como Halloween não se trata só de fantasmas, acho que a série Infernal é bem legal de acompanhar nessa época. Alguns contos não são tão bons, mas cada um trata de um tema diferente e eu gosto bastante.


Série: Scream e Into the Dark

Scream foi gerada do filme Pânico, e a primeira temporada foi muito bem executada. Quanto à Into the dark, recomendo especialmente o primeiro episódio, chamado The Body, uma vez que cada ep conta uma história de terror diferente, e a primeira se passa exclusivamente em uma noite de Halloween. Perfeito para a ocasião!



Sobre mim: Carolina Rodrigues, 24 anos, biomédica e autora do livro O Poder da Vingança. O que a faz realmente feliz é poder passar um dia inteiro lendo, vendo séries, escrevendo histórias ou ouvindo música.
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Oie, galera!

Halloween chegando, o especial terminando (minha tristeza, alegria de vocês), e pra hoje temos a resenha de um livro esplêndido!

O #TOCANDOTERROR é um especial de terror para o mês do Halloween organizado por mim e pela Nana do Canto Cultzíneo. Acompanhe as postagens no Canto também!


Título: Príncipe Drácula
Título Original: Hunting Prince Dracula
Autora: Kerri Maniscalco
Série: Rastro de Sangue - #2
Editora: DarkSide
Ano: 2019
Páginas: 424
Tradução: Ana Death Duarte
Livro: Skoob
Sinopse:
Audrey Rose Wadsworth está longe de ser uma típica donzela em perigo da era vitoriana. Com um bisturi em mãos e um olhar clínico para decifrar os segredos dos mortos, ela foi peça-chave na solução do caso de Jack, o Estripador. Agora, um outro assassino em série ameaça espalhar terror — enquanto drena cada gota de sangue de suas vítimas.
Os leitores apaixonados por mistérios e aventuras percorreram as vielas sombrias de Londres em Rastro de Sangue: Jack, o Estripador. E pediram mais. Afinal, boas histórias costumam deixar qualquer um com sede. Em Rastro de Sangue: Príncipe Drácula, novo lançamento da linha DarkLove, da DarkSide® Books, sede é o ingrediente principal.
Audrey Rose — acompanhada de Thomas Cresswell, o irritante, porém charmoso, aprendiz de seu tio — embarca em uma viagem ao coração sombrio da Romênia, lar de uma das melhores academias de medicina forense da Europa... e também do terrível Vlad, o Empalador, cuja sede de sangue virou lenda e transformou seu castelo em um antro de horrores.
Quando corpos surgem completamente drenados dentro da academia, desafiando a lógica e a razão, Audrey Rose precisa enfrentar os fantasmas do passado para seguir seu faro investigativo. Mas o tempo urge, e qualquer um pode ser a próxima vítima.
O segundo livro da série Rastro de Sangue é a combinação perfeita de ficção histórica, mistério, romance e girl power. Enquanto guia o leitor por mais uma investigação de tirar o fôlego, Kerri Maniscalco apresenta novos personagens cativantes, aprofunda o relacionamento entre os que já conhecemos e deixa pistas do que está por vir nos próximos livros.
Tudo isso em uma ambientação gótica que honra as obras dos mestres Edgar Allan Poe e Bram Stoker, sem contar as cenas de medicina forense que se aproximam dos livros da linha Crime Scene, como Arquivos Serial Killers e O Segredo dos Corpos. Recomendado também para os amantes de csi, mindhunter e do terror gótico de Penny Dreadful.
Rastro de Sangue: Príncipe Drácula é o segundo livro de uma série de quatro volumes. E a edição é feita sob medida para os leitores exigentes da DarkSide®, com capa dura, marcador de fita e as doses certas de aventura e romance que só os títulos da linha DarkLove podem proporcionar. Você está pronto para ouvir os ventos uivantes do castelo de Drácula e desvendar os seus segredos?
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E aí, pessoal! Prontos pra mais um especial de terror?

Como eu ando bem sem tempo, e como também sei que a maioria de vocês não curte o gênero, resolvi fazer algo um pouco diferente para o post de hoje. Vou mostrar a vocês alguns filmes que assisti recentemente e que indico, e alguns que também quero assistir. E a notícia boa é que apesar de parte dos filmes que vou citar, serem de terror, eles também são bem leves e propícios pra quem têm medo, mas que gostaria de assistir algo do estilo por conta do Halloween.

O #TOCANDOTERROR é um especial de terror para o mês do Halloween organizado por mim e pela Nana do Canto Cultzíneo. Acompanhe as postagens no Canto também!


Filmes que assisti e gostei:

1. Parque do Inferno

Lançado no final do ano passado, fui com o meu namorado (primeiro encontro) assistir no cinema quando estreou o filme. A história gira em torno de um grupo de amigos que vai comemorar o Halloween em um parque de diversões (a La Noite do Terror do Hopi Hari). E uma vez lá dentro, ao meio de criaturas e brinquedos assustadores, eles vão descobrir que há um mal verdadeiro os perseguindo. É o tipo de filme que você começa completamente sem expectativas, e por fim se vê bastante entretido. Gostei bastante, e já quero ver novamente!




2. Histórias assustadoras para contar no escuro

Eu arrastando o namorado mais uma vez pro cinema pra ver filme de terror, sim senhores. Na noite de Halloween, quatro amigos se vêem presos em uma mansão conhecidamente mal-assombrada pelos cidadãos, por conta de Sara Bellows, a menininha da família que havia falecido no local. Ela costumava escrever historias macabras em um livro, e a lenda dizia que cada vez que ela escrevia sobre alguém, a história se tornava real. Quando conseguem escapar, eles levam consigo o livro dela que encontraram, e a partir daí, as coisas ficam bem feias. A lenda é real, e cada um deles corre sério perigo. Esse filme é muito bem construído e, acima de terror, ele é fantasioso. A união dos amigos e as piadinhas tornam o filme mais leve, e o mais empolgante é que é uma adaptação do livro Scary Stories To Tell In The Dark, e os monstros são fiéis às ilustrações da obra.



3. Annabelle 3

Sabe o famoso “foi bom, mas poderia ser melhor”? O terceiro filme da Annabelle foca na filha de Ed e Lorraine Warren, uma vez que eles saem para investigar um caso e a deixam com sua babá. A babá em questão convida uma amiga para comemorar o aniversário da menina, e a amiga, intrometida e curiosa, descobre uma maneira de entrar logo no museu dos Warren, que fica no porão da casa e que guarda todos os artefatos amaldiçoados que eles encontraram ao longo dos casos. E mais uma vez, a curiosidade sendo seu maior defeito, a menina destranca a Annabelle, e tudo começa. O bacana desse filme é que tudo acontece em um único dia, diferente dos dois anteriores, e desperta bastante o interesse em continuar assistindo, mas em termos de terror, também é o mais fraco.



 Filmes que quero assistir:

1 – It: Capítulo 2

Sim!! Ainda não consegui assistir e pretendo fazer isso logo, só vejo críticas positivas a respeito.


2 – Doutor Sono

Falando mais uma vez de Stephen King, Doutor Sono conta a história de Danny já crescido, com todos os seus traumas depois do que vivenciou no hotel, que acompanhamos em O Iluminado. To super ansiosa pra conferir!!


3 – Morto Não Fala

Poucas são as produções brasileiras de terror, e essa pelo trailer me deixou bem surpresa, parece ser bom!



Sobre mim: Carolina Rodrigues, 24 anos, biomédica e autora do livro O Poder da Vingança. O que a faz realmente feliz é poder passar um dia inteiro lendo, vendo séries, escrevendo histórias ou ouvindo música.
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Olá, dragões! Como estão?

Gostando do nosso especial de terror? Esse ano estamos boazinhas ein, nada de muito horripilante, só um pouco! E hoje eu vou mostrar algo diferente do que costumo postar aqui no blog: um jogo de terror!

O #TOCANDOTERROR é um especial de terror para o mês do Halloween organizado por mim e pela Nana do Canto Cultzíneo. Acompanhe as postagens no Canto também!


Dos mesmos desenvolvedores de Until Dawn, The Dark Pictures: Man of Medan é um jogo de terror onde você pode controlar a ação de todos os personagens e decidir seu destino de acordo com as escolhas que faz.

The Dark Pictures é uma série de jogos independentes da mesma linha de horror, e Man of Medan é o primeiro lançado da franquia. Until Dawn foi um dos jogos que eu mais gostei do estilo, se passa em uma casa com um grupo de amigos que se reúne anos após a morte de duas amigas. Seguindo a mesma ideia, Man of Medan possui aspectos semelhantes a Until Dawn, como por exemplo:

1 – As características e personalidade dos personagens. Assim que iniciamos o jogo, somos apresentados à cada personagem logo que entram em cena, e também os conhecemos um pouco melhor. Cada um possui seus próprios defeitos e qualidades, como ser corajoso, covarde, egoísta, egocêntrico, bondoso, prestativo, e por aí vai. Mas esses pontos podem ser alterados e moldados de acordo com as escolhas que você faz para aquele determinado personagem.


2 – As escolhas. Desde que começamos o jogo e passamos a nos habituar com a forma na qual ele funciona, temos escolhas a fazer mesmo durante conversas triviais. Tratando de um diálogo, geralmente aparecem três opções: Ficar em silêncio, e duas respostas diferentes, que desencadeará em uma reação no personagem com o qual o que você está comandando no momento está conversando. Isso afetará na evolução da relação deles, assim como as ações, que são inclusive muito mais importantes.


3 – O ponto de vista. Você comanda todos os personagens, mas não ao mesmo tempo, e também não pode escolher quem vai comandar no momento. Isso é uma trajetória específica do jogo, a cada parte, somos encaminhados ao ponto de vista de um personagem, e com isso vamos conhecendo a história, o jeito, as ambições e o relacionamento de todos.

4 – A ambientação. Embora Until Dawn se passe em uma casa e Man of Medan em um navio, ambos possuem um pano de fundo escuro e sombrio que te envolve e faz entrar na história com maior facilidade.

5 – Toda decisão é valiosa. Faça a errada, e você pode matar alguém.


Man of Medan se inicia em um porto. Acompanhamos dois personagens em um bar próximo à região, se consultando com um vidente, e após gerarem uma briga, são apagados por soldados da marinha e colocados dentro do navio. Eles não sabem onde estão quando acordam, mas ao andar pelos corredores, logo se dão conta que algo muito bizarro está acontecendo naquele lugar. Eles vêem sombras, escutam tiros e passos de pessoas correndo, gritos desesperados, e risos fúnebres.

O que eu gostei nessa introdução é que podemos treinar o que vamos ter que realizar ao longo do jogo como agilidade e os botões a serem pressionados com rapidez pra conseguirmos sobreviver. Então, quem for jogar também, fique atento à essa parte!

Deixando de lado os spoilers sobre o que vai acontecer com esses dois, começamos a história em si. Somos apresentados à Alex, que organizou uma viagem de mergulho nas férias em direção ao sul do Oceano Pacífico para encontrar um barco naufragado da Segunda Guerra Mundial com sua namorada, Julia, e acabou levando junto seu irmão, Brad, e aceitou também a companhia de seu cunhado, Conrad, enquanto quem fica nos encargos de pilotar o barco é Fliss.


Brad é o famoso nerd bonzinho que nunca se aventurou na vida, além de ser um pouco medroso. Julia é seu oposto, gosta de se arriscar, não foge do perigo e é bem humorada. Alex fica no meio termo, não curte todo o dinheiro que a namorada tem, mas a ama e se dedica muito pelo relacionamento. Conrad se mostra rapidamente um babaca egocêntrico, mas é de longe o personagem que mais me surpreendeu e logo mudei minha opinião quanto a ele. E Fliss é a badass que não leva desaforo pra casa e sabe ser valente.

Com esses cinco personagens sob nosso controle, somos levados por suas investigações à mar aberto, até que o barco é sequestrado e vão parar acidentalmente no navio mal-assombrado. Apesar de o começo ser lento, mesmo nessa parte se você não souber fazer a escolha certa, você já pode matar algum deles. E isso vai influenciar em todo o resto do jogo. Isso é o que eu acho sensacional de games do estilo! Eu particularmente gosto de fazer as decisões de acordo com a personalidade do personagem. Não importa se eu faria uma escolha diferente; não sou eu que estou lá, eu tenho que incorporar o personagem, seu jeito e seus pensamentos. Acho que isso é uma coisa de autor hahaha.

Uma vez que eles entram no navio, o ritmo se torna frenético. Você fica ansioso pra saber o que vai acontecer, onde eles vão parar, e como vão conseguir sair de lá (ou se irão). Em alguns momentos, eles se perdem um do outro, e ficam sozinhos pelo navio, vivendo ilusões provocadas pelo mesmo, e principalmente pelos fantasmas que assombram o lugar. Sofri quando achei que havia matado o Brad, mas era só mais uma ilusão, e isso mexe muito com o jogador porque não sabemos se agora o personagem realmente morreu ou se é só mais uma brincadeira dos espíritos.

 Felizmente, eu ainda não matei nenhum deles, e nem pretendo deixar isso acontecer. Você não tem a opção de voltar no tempo e concertar a burrada, então é preciso ficar sempre atento e coordenar bem o personagem. Ainda não finalizei o jogo, tive que pedir troca pois estava apresentando alguns problemas e travando, mas estou ansiosa pra saber qual vai ser o destino de cada um.


Ao longo da história, também há quadros com premonições das mortes, pra você ficar ligado que aquela possibilidade é real e está próxima. Você também pode jogar com mais uma pessoa, uma controlando três personagens e a outra dois personagens. Pesquisando, descobri que o jogo foi inspirado na lenda de SS Ourang Medan, um navio fantasma que naufragou nas águas das Índias Orientais Holandesas na década de 1940.

Until Dawn só tem pra PS4 e já o Man of Medan eu comprei pro Xbox One. O jogo foi lançado mundialmente no dia 30 de agosto desse ano e está disponível nas plataformas Microsoft Windows, Playstation 4 e Xbox One.

Particularmente, até onde eu joguei, ainda prefiro Until Dawn. Consegui me envolver muito mais com a história e principalmente com os personagens. Ainda assim, Man of Medan também possui seus pontos fortes, consegue provocar terror e possui um gráfico bom. Caso alguém aqui goste de jogos do estilo, eu super indico!


Sobre mim: Carolina Rodrigues, 24 anos, biomédica e autora do livro O Poder da Vingança. O que a faz realmente feliz é poder passar um dia inteiro lendo, vendo séries, escrevendo histórias ou ouvindo música.
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