sábado, 14 de outubro de 2017

#TOCANDOTERROR



Oie, galerinha! Como vocês estão?

Espero que preparados pra encarar o terror, pois como vocês sabem, o Halloween é uma das épocas favoritas do Caverna e obviamente não deixaríamos de comemorar! Portanto, podem esperar por bastante terror esse mês. Infelizmente, o tempo anda curto e não vou poder postar o tanto que gostaria, mas já programei algumas resenhas de obras de terror e, junto do Canto Cultzíneo, criamos o #tocandoterror, que vai mostrar a vocês alguns dos filmes de terror que estiveram em alta recentemente e o que achamos a respeito, então se você quiser saber se a Nana teve a mesma opinião e ressalvas que eu quanto aos filmes em questão, é só entrar no blog dela!

Para iniciar, vou contar um pouco mais de três filmes de terror que me fez ter pesadelos com o tempo que perdi os assistindo.


Título: Ao Cair da Noite
Resenha: Paul mora com sua esposa e seu filho numa casa cercada por árvores e bem escondida do resto da civilização. A casa, inclusive, é extremamente protegida e não sair dela durante a noite é crucial. Do lado externo, é obrigatório andar com máscara para evitar contaminação. Aparentemente, uma epidemia levou a família a se refugiar em um local tão isolado e tomar esses devidos cuidados. Um dia, um homem aparece na porta deles e Paul não da chance nem de ele abrir a boca. Já o amarra numa árvore e enfia um saco em sua cabeça até tomar uma decisão. Ninguém deveria conhecer a localização de sua casa. Como aquele homem chegara ali? Com essas dúvidas perambulando sua mente, Paul interroga o homem, que alega ter uma esposa e filho à sua espera. Ele diz que saíra apenas para encontrar água, e que possui bastante mantimentos e inclusive animais. Incerto quanto ao que fazer, Paul resolve ir junto do homem misterioso para descobrir se sua família realmente existe. Pouco depois, retorna com eles e os mantimentos, e providencia um quarto a eles em sua casa. No entanto, as coisas começam a ficar estranhas. Até onde Paul poderia confiar neles? Até que ponto Paul poderia tolerá-los em casa sem arriscar a segurança de sua própria família? Tudo está em jogo quando se trata de desconhecidos que podem estar infectados. E, depois do dia em que a única porta por onde entram e saem, aparece aberta numa madrugada, a barra fica preta. Uma série de eventos violentos e irracionais dá início, deixando o espectador confuso e tão desesperado quanto os personagens. Pelo trailer, o filme parece ser promissor, mas me decepcionei completamente quando encontrei um filme raso sem respostas. Um filme que cria um grande mistério, mas que não traz explicações, nem mesmo quanto à epidemia, apenas teorias. Debatendo com a Nana, ela teve determinadas impressões, e eu já interpretei as cenas de forma totalmente diferente. Não sei se a intenção do filme foi exatamente deixar que o espectador tirasse suas próprias conclusões, mas se foi isso mesmo, eu odiei. O filme possui um quê de terror, mas ao mesmo tempo não é. Um filme que você nada, nada e não chega a lugar nenhum, principalmente com aquele final. Sinceramente, não recomendo.
Trailer:


Título: 7 desejos
Resenha: Me arrependi amargamente por ter gasto dinheiro pra assistir esse filme no cinema. Clare é uma garota de 17 anos que nunca se recuperou completamente da morte da mãe. Um dia, seu pai encontra uma caixa de música e dá a ela de presente, sem saber do poder que a caixa carregava consigo. Depois que Clare inconscientemente faz um desejo, o tal desejo se realiza, e ao perceber que foi graças à caixa, ela faz outros em seguida. Acontece que a cada desejo, alguém próximo dela morre como pagamento. E o que mais irrita é que Clare é tão egoísta que só vai parar pra pensar no quão errado aquilo é quando um número considerável de pessoas já morreu. Os amigos a alertam que é melhor parar e se desfazer da caixa, mas a vontade dela de “ser a mais popular”, “sair com a paixonite” dela é mais importante do que a vida de alguém. Juro, a situação toda é tão absurda que não dá nem pra torcer pra Clare ter um final feliz. E no último desejo, Clare descobre que a caixa diabólica irá devorar a sua alma. Será que ela ainda tem chances de reverter aquela história? Será que ainda é possível salvar todos que ama? Os cinco minutos finais é a melhor parte do filme inteiro. A história tem bastante potencial, mas a protagonista consegue estragar tudo. Uma pena.
Trailer:


Título: Amityville – O Despertar
Resenha: O filme começa com Belle, seu irmão, sua irmã e a mãe se mudando para uma nova casa. Embora eles não estivessem numa situação financeira boa, a casa é enorme e, claramente, possui um grande problema por ter sido vendida por um valor tão baixo. O irmão de Belle está em coma há 2 anos e sua mãe decidiu se mudar para outra cidade onde o filho teria outras alternativas de tratamento. Belle sabe que seu irmão já foi embora, mas a mãe se nega a desistir. Na escola, todos zombam de Belle, e ela só vai descobrir o porquê quando um garoto da classe vem perguntar sobre a casa onde ela está morando. Ele então conta que ela mora na tão famosa e temida casa de Amityville, onde Ronald Defeo Jr. assassinara a família. Belle pesquisa sobre o assunto, e encontra vestígios na casa de que todo o horror ainda ficara marcado em suas paredes. E, o mais surpreendente, no dia seguinte da mudança, seu irmão desperta. Mas não parece o mesmo. Estaria a casa o afetando? Estaria a sua família correndo um grande perigo? Me chamem de louca psicopata, mas eu adoro a história original de Amityville, e eu gostei da proposta de Amityville – O despertar, só que infelizmente não funcionou. A história original da casa é de fato famosa e baseada em fatos reais, relatados inclusive por Ed e Lorraine Warren, mas O despertar foi fruto apenas da criatividade e não foi bem desenvolvido, muito menos convincente. E o pior é que só tem ator bom!!! Até a Jennifer Morrison aparece por lá, com um papel mega insignificante. A melhor cena é a que Belle senta com seus amigos na casa pra assistir o filme original de Amityville. De resto, os efeitos são péssimos, não provocam nem um pulinho de susto, e como disse antes, as atuações não convencem. Uma pena que o filme não tenha sido aproveitado ao máximo, porque a proposta era realmente boa.
Trailer:


Sobre mim: Carolina Rodrigues, 22 anos, biomédica e autora do livro O Poder da Vingança. Adora dançar e ir pra praia, mas o que a faz realmente feliz é poder passar um dia inteiro lendo, vendo séries, escrevendo histórias ou ouvindo música.

Nenhum comentário:

Postar um comentário