quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Sociedade Secreta: Rosa e Túmulo


Nome: Sociedade Secreta: Rosa e Túmulo
Título Original: Secret Society Girl: An Ivy League Novel
Autora: Diana Perfreund
Série: Sociedade Secreta
Editora : Galera Record
Livro: Skoob
Sinopse:
Amy Haskel é editora da revista literária da faculdade e acredita que logo será convocada para a sociedade secreta Pena & Tinta. Mas tudo muda quando ela se torna uma das primeiras garotas convidadas a integrar a Rosa & Túmulo, a sociedade secreta mais poderosa - e infame - do país. Amy vê sua vida virar do avesso depois que se transforma em uma Coveira (como são chamados os integrantes da Rosa & Túmulo) - não consegue estudar, se afasta dos amigos e está prestes a perder seu quase-namorado. E é só o começo. Em nome da sociedade, Amy deverá assumir a liderança de uma grande conspiração que envolve dinheiro e poder, e que tem (grandes) chances de destruir sua vida.


"Por meio desta, eu confesso: sou membro de uma das mais infames sociedades secretas do mundo"

O livro é passado na Universidade de Eli, que participa da Ivy League (rede de universidades elitistas, como Harvard e Yale, sendo Eli baseada nesta última) e retrata a vida de Amy Haskel, uma universitária que está cursando seu penúltimo ano de faculdade e é editora da revista literária do campus. Ela espera se tornar membro de uma sociedade conhecida por Pena & Tinta, para ajudá-la em seu futuro profissional, mas vê seu plano indo por água à baixo quando se torna uma das primeiras mulheres a integrar a mais famosa, poderosa e infame sociedade secreta do país: a Rosa & Túmulo. À partir desse ponto, a vida de Amy vira do avesso e ela irá ter que enfrentar as consequências de ter se tornado uma Coveira: não possui mais tempo para estudar, ficar com seus amigos e seu pseudo-namorado e tem seu futuro ameaçado por uma conspiração da sociedade.

O livro traz uma leitura engraçada e leve, e ao mesmo tempo sagaz e inteligente. A autora criou uma história incomparável com os outros livros do gênero (talvez apenas com O Código da Vinci) e sua escrita me conquistou, pois é detalhada na medida certa e não é entediante, muito pelo contrário: tem sempre algo acontecendo no próximo parágrafo ou na próxima página.

Os personagens são divertidíssimos, principalmente a protagonista Amy: ela é sarcástica, inteligente, cômica (as listas que ela faz ao desenrolar do livro são hilárias!), cheia de atitude e só se mete em confusão, especialmente no âmbito amoroso: Amy é uma garota namoradeira que não curte compromisso.
Poe é o cara com quem temos uma relação de amor-ódio do inicio ao fim da série (mais amor, no fim); Malcolm é o irmão mais velho que toda garota queria ter e Clarissa, a patricinha enjoadinha que prova que as aparências enganam.

A história nesse primeiro livro é como os personagens se relacionam entre si e com a sociedade (minhas partes preferidas são a entrevista e Noite de Iniciação <3) e os problemas que enfrentarão com os patriarcas por iniciarem mulheres à sociedade. Eles mostrarão que aquilo não era mais um "trote universitário" e que suas vontades terão que ser obedecidas, já que o poder está com eles. O único problema do livro é se acostumar e relacionar o nome com os apelidos dos personagens, pois é um pouco confuso. (Dica: sempre que se sentir perdido com os nomes/apelidos, ler uma lista com os mesmos no fim do livro. Ajuda muito!) Enfim, o livro é muito mais do que recomendado. Ele mistura conspirações, mistério, um pouco de romance e muito carisma e diversão por parte dos personagens. Essa série se tornou uma das minhas favoritas (o último livro foi um dos livros que mais doeu terminar, e sim, eu chorei por ter acabado. E muito haha) e eu rezo sempre pra que a Diana faça um spin-off ou que vire filme/série de tv, pois o gostinho de "quero-mais" que ela deixa é imenso!




Nota: 4,5



Sobre mim: Gabriela Martins, 17 anos. Gaúcha criada pelo Brasil, atualmente perdida no nordeste. Estudante de Negociações Internacionais, bookaholic e amante de filmes. Aquariana que não vive sem música, ama fotografar, viajar e reclamar de tudo.

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