segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Desafio de Equipe #16

Lançado por: Leeh

Título Original: Sucker Punch
Título traduzido: Sucker Punch - Mundo Surreal
Ano: 2011
Gênero: Ação
Classificação: 12 anos.
Elenco: Emily Browning, Jena Malone, Abbie Cornish, Vanessa Hudgens.
Sinopse:

Babydoll (Emily Browning) foi internada em um sanatório pelo padrasto inescrupuloso, que encomenda uma cirurgia para destruir o cérebro dela. Mas a jovem descobre que seu refúgio pode estar dentro de sua mente e só assim ela poderá se libertar para sempre. Agora, vivendo esse mundo paralelo, ela enfrentar dragões, samurais, robôs e nazistas sobrenaturais, que a farão viver uma perigosa e fantástica aventura na companhia das colegas de internação Blondie (Vanessa Hudgens), Rocket (Jena Malone), Amber (Jamie Chung) e Sweet Pea (Abbie Cornish). Seria essa então a sua única chance de libertação?




O filme é algo que só vendo você pode tirar suas próprias conclusões. Quando comecei a ver, pela primeira vez, eu não fazia ideia do que esperar. Mas o filme me surpreendeu. Demais.
Eu adoro filmes que usam efeitos como o de Sucker Punch e colocam algumas coiisas surreais com ação. Nada no estilo Across The Universe, porque naquilo eu me senti doidona. Mas em SuckerPunch, quando eu estava prestando atenção, eu entrei no filme e, de repente, eu estava lutando ao lado de Baby Doll.
Sucker Punch: Mundo Surreal começa com a morte da mãe de BabyDoll (seu nome real não aparece durante o filme). Com as cenas de fundo em uma música MUITO legal, o filme mostra que a mãe de Baby deixou tudo para suas duas filhas - nossa protagonista e sua irmã mais nova. Ao ver o testamento, o padrasto das duas enlouquece, e parte pra cima da irmã de Baby. Com medo e querendo proteger sua irmã, ela dá a volta na casa, saindo pela sua janela, e ataca seu padrasto com um tiro que, infelizmente, acerta e mata sua irmã. Diante de tal situação, sentimos o medo e tristeza da personagem. Com isso, ela corre e vai para o cemitério, até onde sua mãe se encontra. Lá, policiais a encontram e a levam presa. Contudo, seu padrasto dá um jeito de alegar insanidade e coloca Baby em um Sanatório, onde eles prometem fazer com que "ela não se lembre nem o próprio nome".
A partir de então, entramos num segundo mundo. Um mundo que Baby criou para não ver que estava na verdade em um Sanatório, ou seja, algo bem próximo de um Bordel (ou seria realmente um bordel?), em que ela e outras garotas dançam e cuidam do lugar, sempre satisfazendo os clientes. Contudo, a dança de BabyDoll surpreende a todos, menos é claro à nós, telespectadores, pelo pequeno detalhe de que toda vez que dança, Baby vai para uma outra dimensão, onde luta para conseguir escapar de sua 'prisão'.
Assim, ela e suas amigas (incluindo Vanessa Hudgens) se juntam para encontrar os 5 items necessários para poderem fugir daquele tenebroso local. De um modo único: Baby dança e elas agem - enquanto isso, nós vemos a 'luta' das garotas em dimensões diferentes. Só há um único problema: o quinto item é um mistério.
E só assistindo para descobrir o que é, como elas conseguem os itens e se conseguem fugir.
Devo dizer, entretando, que vale MUITO a pena. O filme não é muito falado, mas nós conseguimos entender toda a mensagem que eles nos passam, apenas com o movimento corporal dos personagens e com as músicas - músicas que combinaram perfeitamente com as cenas.
Ps: fãs de anime... todos vocês precisam(!!!) ver o filme.



Carol:
"Todo mundo tem um anjo, um guardião que nos protege. Não podemos saber que forma vão tomar. Podem não estar aqui para lutar nossas batalhas, mas, sussurram em meu coração. Lembrando que somos nós. É cada um de nós que tem o poder sobre os mundos que criamos."

De fato, tenho MUITO a falar desse filme, resenha será comprimida. Inicialmente, Sucker Punch começa com, pelo menos em meu ponto de vista (ou gosto, pode-se dizer mais especificadamente), uma trilha sonora explêndida. Assim como [i]Gamer[i], lançado em um dos desafios anteriores, logo de cara é tocado Sweet Dreams, do Marilyn Manson, embora em uma outra versão. Entretanto, como a versão dele e de Eyrythmics são as que mais me conquistam, pode-se levar em consideração que qualquer outro cover, tende a ficar ótimo, caso não estragado completamente.
Voltando ao assunto principal, a música consegue nos fazer entrar no clima da história. Tais cenas ajudam bastante, pois é pouco falado, mas nos traz facilidade em compreender sem grandes problemas. Numa noite chuvosa, Baby Doll descobre que sua mãe foi morta. Ela e sua irmã entram em depressão, totalmente acabadas. Quando seu padrasto (pelo que eu entendi, ou tio, sei lá) abre o papel onde contém os últimos desejos, além de para quem é deixado as posses, ele fica arrazado e totalmente irritado por ter sido dado tudo às duas garotas. Domado pela ira, ele vai atrás delas a fim de matá-las, porém Baby Doll é mais rápida, embora com isso, acabe matando sua própria irmã.
Tomada pelo choque intenso e confusão passando por sua cabeça, ela enlouquece, e é mandada para um hospício.
Tudo estava bem, até essa parte. A cena muda totalmente, indo para um outro lugar, onde Baby Doll tem companheiras, e um ótimo dom em dança, conquistando qualquer um ao vê-la dançando. Ela planeja com suas companheiras (também dançarinas), a fugir daquele lugar.
Novamente, em meio a tudo isso, as cenas mudam de direção novamente quando as danças são iniciadas. Ela está em meio de várias guerras e lutas, onde ela e suas amigas lutam contra monstros, dragões, diversas coisas que surgem.
O decorrer do filme, devo admitir que é extremamente cansativo. É muito complexo, eu entendi logo de começo, mas pode nos confundir bastante as mudanças de situações. Resumindo tudo, há uma razão por ela estar naquele hospício. Para sobreviver, ela precisou criar um novo lugar, para reagir, e achar forças suficientes para lutar. As lutas são bem cansativas, sendo super chato de assistir, dá até vontade de passar pra frente, apesar dos efeitos serem maravilhosos. No final, você percebe que não foi tanta perda de tempo. Pelo contrário, a proposta do filme, é bem legal. Afinal, aposto que todos nós, na maioria das vezes em que nos encontramos em dificuldades, precisamos desesperadamente de um lugar tranquilo, que nos ajude a seguir em frente e erguer a cabeça, não importa qual, cada um tem seu chamado "paraíso". Não seria ótimo podermos fugirmos para ele sempre que necessitássemos? Agora, imagine uma pessoa com sérios problemas mentais, é óbvio que usaria isso como um refúgio da realidade, algo que nos impedimos de utilizar pois estamos em sã consciência.
Então, se formos levar tudo isso em consideração... Sim, é um ótimo filme! Uma história criativa, uma trilha sonora excelente, efeitos muito bons, só acho que poderia ser menos cansativas as partes da luta. Acabou por enrolar demais no filme, e pouco acrescentou. Entendo que era ilucinação dela, não disse para tirar. Simplesmente diminuir.
Posso fazer um comentário? Eu fiquei em choque quando soube que ela tinha 20 anos (de acordo com a história). Ela tem cara de bebê, e é MUITO baixinha! Mas ouvir da família inteira, praticamente, que eu serei exatamente igual, me fez calar, hahahaha.

"Podemos negar que nossos anjos existam, nos convencer de que não podem ser reais, mas eles aparecem de qualquer maneira. Gritrão através de demônios se precisarem, nos chamando, nos desafiando a lutar."

Caue:
Eu assisti Sucker Punch nas férias, quando tava na casa da Leeh, o filme me marcou bastante por ser completamente louco mas sem perder o sentido, então eu lembro bem dele ainda! Foi até legal que por destino ou coincidencia, poucos dias depois de assistir o filme, eu comprei uma revista que veio com uma matéria sobre ele.^^
É muito legal ver como a BabyDoll foge da realidade dela por meio da imaginação e como as ações dela nos "sonhos" estão ligadas na situação real dela, como na busca pelos itens que ela precisa para ser livre.E aquele senhor que foi uma espécie de mestre, se tornou meu personagem preferido do filme!
Sucker Punch foi uma mistura perfeita de muita ação com um bom enredo por trás, tornando o filme ótimo e por mais que muita gente fale que é viajado e tudo, você entende perfeitamente se prestar atenção nos primeiros minutos do filme e aquela reviravolta no final foi simplesmente demais!
Como todo filme do desafio, esse é mais um que eu super recomendo! =]

Juh:
Eu não sei o que achei do filme, sinceramente. É completamente louco, e vai ser meio impossivel só contar minha opinião. O filme começa com uma cena que até agora não entendi, que aparentemente o padrasto da Baby Doll mandou ela para um hospício, onde ela literalmente fica louca, pois imagina que vive num bordel, e que então, para fugir do bordel, precisa conseguir algumas coisas em lutas. O filme é confuso, admito, se você não prestar atenção você não vai encontrar o sentido. A história é bem construida, apesar de se perder em meio de tantos efeitos do meio para o final do filme, praticamente esquecem a história por tras do filme, e se prendendo apenas às lutas. O que surpreende no final do filme é que, toda essa história, não é contada pela Baby Doll, apenas tem ela como personagem principal. E, oficialmente, eu fiquei com medo de uma lobotomia. É um filme bom, confuso, porém bom. Aconselho pra quem gosta de video game e histórias de sanatórios. Ou talvez não o ultimo.


Mari: Quando eu retirei o filme da locadora, não pensei que eu iria gostar tanto. O filme é meio confuso - tanto que na primeira vez que eu assisti, eu perdi uma porção de detalhes que eu só acabei descobrindo quando assisti novamente com meu irmão - afinal, pelo que eu entendi, a realidade que Baby cria para fugir das atrocidades do hospício ainda se abre para uma outra realidade - a do "jogo", o que pode ser muito confuso para uma pessoa com um sério problema de não conseguir ficar muito tempo parada na frente da tv.
É um filme forte, de fato, e eu acho que merecia uma censura um pouco maior do que tem (Se não me engano, a censura é 14 anos aqui no BR) pelo conteúdo "pesado". As cenas são legais e bem boladas, principalmente as cenas de luta.
Uma das coisas que me surpreendeu foi a atuação da Emily Browing; acho que tinha um expressão bem de quem está num hospício e "vivendo" paralelamente em 3(?) dimensões.
Enfim, talvez seja paranóia minha mas dá para notar algumas semelhanças - principalmente de roteiro - com Watchmen, o que é meio aceitável por ser dirigido pelo mesmo diretor, o Zack Snyder (que, com certeza, depois de Watchmen e Sucker Punch, virou um dos meus diretores favoritos).

Nenhum comentário:

Postar um comentário