terça-feira, 9 de novembro de 2010

The Walking Dead


Bom, estou aqui para me redimir em relação a ultima coisa que eu fiz e chamei de resenha de The Walking Dead, hahaha.
Bom, aquilo tava mais pra um surto do que uma resenha. Então, antes de falar sobre o segundo episódio que já saiu, vou falar do primeiro. Dessa vez, uma review decente *-*


A série começa com Rick, um ex-xerife de uma pequena cidade do Norte dos EUA acordando do ‘coma’, depois de ter sido baleado em um tiroteio com um fugitivo.
Rick acorda, porém não há ninguém no hospital. Tudo está revirado, como se uma guerra tivesse acontecido enquanto ele estava desacordado. Conforme ele vai andando (ou melhor, cambaleando) pelo hospital, ele encontra uma pessoa morta. Meio... comida. Como se animais a tivessem atacado. Mudou de direção, e continuou andando. Então encontrou uma porta muito bem trancada, com até um pedaço de madeira, para que ninguém abrisse. E com um escrito bem grande: não abra. Ao chegar perto da porta, esta é forçada para abrir, e ele então pode ver mãos tentando o alcançar, e um olho o observando. Quando a luz entrou pela fresta da porta aberta, ele viu o que parecia ser um... Zumbi. Um Walker.


Ao sair pela porta, tudo o que ele vê são pessoas mortas. E é basicamente assim o ep todo: carros tombados, abandonados, pessoas mortas, zumbis.
Bom, no primeiro episódio, ele encontra um cara e seu filho. Depois de se certificar que Rick não é um zumbi, o cara vai com ele para dentro de uma casa na qual ele está ‘hospedado’. Uma casa que ele invadiu, claro. Em Walking Dead, seja lá o que tenha acontecido, aquilo lá virou terra de ninguém.
Conversando com o cara, Rick descobriu que as pessoas mortas são zumbis: para virar um, basta uma mordida ou arranhão. A pessoa infectada fica doente, com uma febre incrivelmente alta e morre. Só que assim que ela morre, ela volta, em forma de zumbi. Os zumbis são atraídos pelo cheiro, movimentos e barulhos.

Rick também descobre que a mulher do cara virou um zumbi. Aliás, ele a vê. Contudo, logo no primeiro episódio ele se separa do cara, indo pra ‘cidade grande’ procurar sua família, pois quando saiu do hospital, foi direto para casa procura-los, e nada encontrou. Percebeu que havia algumas roupas faltando, inclusive álbuns de fotos, o que tudo o levava a crer que eles estão vivos.
No final do episódio, isso nos é confirmado, quando aparece a cena de um ‘campo de refugiados’, que na verdade é apenas um grupo de pessoas que se juntou para sobreviver, na saída da cidade grande a qual Rick está se dirigindo (à cavalo) para. O tenso é que no final do primeiro episódio, aparece a mulher dele beijando um cara, que é tipo um dos ‘líderes’ do grupo. Pelo jeito ela tem uma tara por caras com espíritos de liderança, né.


Antes de o episódio acabar, vemos nosso protagonista ser atacado por um grupo enorme de zumbis. Graças ao Diretor, ele conseguiu se enfiar dentro de um tanque de guerra, onde ele se trancou. Mas o cavalo virou comida de zumbi. Dentro do tanque, assim que ele entra, ele ouve uma voz “ei, você, idiota, está confortável aí dentro?”. E você se pergunta: quem é? Como sabem que ele tá ali? Oi?

Bom, é apenas o primeiro episódio de uma série inteira, e ainda tem muitas coisas pra acontecer. De onde veio esse ‘vírus’ que transforma as pessoas em zumbis? Será que o Rick vai encontrar a família dele? E se encontrar, a mulher dele voltará pra ele, ou não? Quem está por trás da voz do rádio? Que mistérios escondem a era dos Walkers?
Eu não sei, e sinceramente? Tô louca pra saber!

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